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17/01/2016
Imóveis
A hora é agora!
 

A HISTÓRIA DO CRÉDITO IMOBILIÁRIO NO BRASIL.
 
Por que esse é o melhor momento da história do Brasil para você comprar um imóvel financiado?
 
Quem não conhece a sua própria história, não sabe de NADA!
 
Em 1964, começava a surgir uma consciência de política habitacional e planejamento urbano no Brasil.
 
Nesse ano foi criado o Banco Nacional de Habitação (BNH), que tinha o intuito de facilitar a aquisição da casa própria pelas classes mais baixas da sociedade, e a criação do Serviço Federal de Habitação e Urbanismo (SERFHAU), orgão federal voltado para o planejamento urbano.
 
Instituído o BNH, foi implementado o Sistema Financeiro da Habitação (SFH). 
 
Na época, o setor público era o responsável por toda a regulamentação e financiamentos e o privado funcionava simplesmente para promover e executar os projetos habitacionais.
 
Foram criadas as sociedades de crédito imobiliário, instituições financeiras para financiamento de construção habitacional e capital de giro de empresas incorporadoras e distribuidoras.
 
O BNH era responsável pela orientação e controle do SFH, pelo incentivo a formação de poupança, pela disciplina das sociedades de crédito imobiliário, mas principalmente, atuava como um intermediário para as operações de financiamento e controlava toda a parte de prazos, condições de pagamento, juros e garantias.
 
O Banco era fiscalizado pelo Banco Central do Brasil e tinha como fontes de recursos os depósitos de poupança do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).
 
O Sistema Financeiro da Habitação priorizava as famílias de baixa renda, cobrando juros em função do valor de financiamento. 
 
Como o valor de um imóvel era muito alto e os prazos de financiamento não eram muito longos, as classes mais baixas não conseguiam se comprometer com o pagamento das parcelas, muito pesados para o orçamento da família, o que inviabilizava o financiamento habitacional para essa parcela da sociedade.
 
Para viabilizar a demanda, o SFH instituiu a correção monetária aos depósitos de caderneta de poupança, ao FGTS e ao valor da dívida do devedor através do reajuste das prestações de amortizações e juros.
 
Além disso, aumentou o prazo de pagamento das prestações e estipulou taxas de juros mais atraentes. Diante desse cenário, na década de 70, os programas habitacionais financiados pelo Banco Nacional de Habitação tiveram fortes resultados, com grandes volumes de  5 construções residenciais. 
 
Nos anos seguintes, o cenário de alta inflação, provocou uma queda abrupta no número de residências construídas, num período que se estendeu até 1996.
 
Ao mesmo tempo a renda das famílias caiu, corroída pela alta inflação, e como as contribuições do FGTS eram atreladas a renda, consequentemente a fonte de recursos de captação para os financiamentos também diminuiu muito.
 
Com a forte queda de captações e alto número de saques, o BNH não conseguiu se sustentar e em 1986 ele foi extinto.
 
Em 1994 o Plano Real foi implementado, dando lugar ao início de uma fase de maior estabilidade econômica e consequentemente abertura para uma volta do mercado de crédito imobiliário. 
 
Contudo, até o final da década de 90, as instituições financeiras não tinham interesse em disponibilizar financiamento ao setor imobiliário em função das incertezas sobre o cenário econômica e o risco de inadimplência. 
 
Apesar da quantidade de financiamentos do SFH ter aumentado no período de 1997 a 2000, o déficit habitacional continuava muito grande. 
 
O trabalho de Dionísio Dias Carneiro, “Financiamento à habitação e instabilidade econômica”, 2003, fala da questão do déficit habitacional do Brasil e da forma de suprir essa necessidade a partir do financiamento à habitação, de forma que isso não se torne um problema fiscal no longo prazo. Dionísio colocava que o setor de financiamento imobiliário acaba desenvolvendo também outros setores da economia além da construção civil e envolve uma interação de setores empresariais, instituições financeiras e diferentes esferas do governo, que promoveu um elo entre o setor de crédito e o ambiente macroeconômico. 
 
Essa interação justifica o fato do SFH ter ruido em consequência da desorganização econômica provocada pela hiperinflação dos anos 80 do Brasil.
 
Diante disso, em 1997 foi criado o Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI) e houve a reestruturação do Sistema Financeiro de Habitação. 
 
O SFI foi “um conjunto de normas legais que regulam a participação de instituições financeiras (caixas econômicas, bancos comerciais, bancos de investimento, bancos com carteira de crédito imobiliário,sociedades de crédito imobiliário, associações de poupança e empréstimo e companhias
hipotecárias) e não-financeiras (companhias securitizadoras) na realização de operações de financiamento de imóveis residenciais e comerciais, com a efetiva garantia de retorno dos capitais emprestados” (Abecip). 
 
Em 1999 foi implementado o sistema de metas de inflação, resultando na volta do crescimento da construção habitacional. 
 
Nesse contexto, o mercado de credito brasileiro por muitos anos não mostrou grande expressão, se comparado a outros países, por ser conhecido pela alta taxa de juros, pelos problemas inflacionários e pelo alto conservadorismo das autoridades monetárias brasileiras em relação a alavancagem dos bancos comerciais. 
 
Contudo, o crescimento econômico, o aquecimento do mercado de trabalho e o aumento da renda per capita da última década, foram dando espaço ao mercado de crédito assim como todo o desenvolvimento econômico do país só foi possível a partir da evolução desse mercado.
 
Em 2009, o Governo Federal criou o Minha Casa Minha Vida (MCMV), programa habitacional do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) de incentivo a construção e aquisição de imóveis, através de subsídios e linhas de financiamentos, destinados principalmente a famílias de baixa renda. 
 
O programa tem contribuído muito para o crescimento social do país e com o sucesso da primeira etapa, em 2011 foi instituída a segunda fase do programa, que se estenderá até 2014 e tem meta de construir 2 milhões de casas, sendo 60% destinadas a famílias de baixa renda ( site Caixa Econômica Federal).
 
Atualmente o Brasil tem vivido um momento de forte crescimento no setor imobiliário. 
 
O crescimento da economia e todos os fatores atrelados a ele citados acima, induziram a uma ascensão das classes mais baixas e consequentemente a uma demanda maior por moradias próprias. 
 
Porém, a procura maior no setor vem atrelada a necessidade de torná-la viável.
 
Diante dessa situação, o mercado de crédito no Brasil veio ganhando espaço de forma significativa e consequentemente a área de crédito imobiliário também, indo de encontro a uma demanda reprimida.
 
Esse é o melhor momento para comprar um imóvel financiado e nós da E7 IMÓVEIS estamos prontos para ajudar você a realizar o seu sonho da casa própria.

Equipe E7 Imóveis

 

 

 
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